Lorem ipsum dolor sit amet, adipisc ing elit, consectetur adipiscing elit. Duis ut ligula leo adipiscing elit.

PHONE:           0035 244 58 265

E-MAIL:           info@example.com

ADDRESS:      Rohr PL 989, NY

Instagram

TREINO INTERVALADO, TIRO E HIT ?

TREINO INTERVALADO, TIRO E HIT ?

CAFÉ COM CHOKITO

Um dos assuntos mais evidenciados hoje no desporto e academias é a utilização de treinos de alta intensidade de curta duração aonde muitas vezes a sua utilização acaba sendo distorcida pela falta do conhecimento e até mesmo da adequação desses estímulos superestimando as suas variáveis e período.

A base dos princípios utilizadas nesses tipos de treino são a otimização e administração do tempo, ganhos fisiológicos e metabólicos além dos estudos recentes apontarem como um grande Fat burnner.

O exercício aeróbio de baixa-moderada intensidade e longa duração é a
recomendação mais utilizada para a perda de peso. O treinamento intervalado de alta
intensidade ou do inglês “HIIT” (High Intensity Interval Training) tem curta duração e é
utilizado há muito tempo por atletas para melhorar seu desempenho. Nos últimos anos, uma
grande quantidade de estudos foi conduzida a fim de evidenciar os benefícios deste modelo de
treino no processo de emagrecimento, principalmente por ser uma atividade de curta duração
(TRAPP et al, 2008; GEREMIA E BRODT, 2014; HAZELL et al, 2014).

O treinamento intervalado surgiu como uma proposta de intensificação dos
treinamentos de corrida de longa distância, com relatos de utilização deste modelo por Hannes
Kolehmainen (campeão olímpico dos 5km e 10km em 1912), Paavo Nurmi (9x medalhista
olímpico desde 1920 até 1928), sendo que o atleta com maior destaque no uso do treinamento
intervalado de curta duração foi Emil Zatopek (vencedor dos 5km, 10km e Maratona dos
Jogos Olímpicos de 1952) (DANIELS; SCARDINA, 1984; BILLAT, 2001; TSCHAKERT;
HOFMANN, 2013).

SENTA AQUI E VAMOS TOMAR UM CAFÉ.

O  treinamento intervalado vem sendo utilizado há décadas por atletas para a melhora do seu
desempenho esportivo e, atualmente, a ciência vem explanando sobre a utilização deste
modelo de uma forma segura, aproveitando seus benefícios para a população em geral,
auxiliando no combate à obesidade e na manutenção do processo de emagrecimento,
principalmente por ser uma estratégia tempo-eficiência com resultados satisfatórios e
evidenciados.

Segundo Gibala e McGee (2008), o HIIT tem uma característica de intensidade
máxima ou supramáxima, na qual os autores chamam de “all out”. Os mesmos autores
destacam que um único estímulo pode durar de poucos segundos a vários minutos, havendo
múltiplos estímulos separados por descansos em baixa intensidade ou totalmente parado. Em
sua revisão, Boutcher (2011) diz que os protocolos deste modelo de treinamento envolvem
estímulos e recuperações com durações de 6 segundos até 4 minutos.

Os treino de corrida de alta intensidade, que atualmente contempla grande número de praticantes, devido ao baixo custo e os benefícios que apresentam, como melhora na sensibilidade a insulina, redução de quantidades de gordura corporal e concentrações de triglicerídeos, LDL e colesterol total, aumentos de massa magra e óssea, potência aeróbica e capacidade antioxidante, redução da pressão arterial pós-exercício, ou seja, todos fatores importantes e relevantes na melhora da qualidade de vida.

A ALTA INTENSIDADE LESIONA?

A correlação com incidência de lesões quando relacionado a treinos de alta intensidade são os fatores intrínsecos, como anormalidades biomecânicas e anatômicas, menor flexibilidade, histórico de lesões, características antropométricas, densidade óssea, composição corporal, e maior força muscular, e extrínsecos ligados a preparação ou prática da corrida como duração da sessão elonga quilometragem semanal , erros de planejamento e execução do treinamento, tipo de superfície de treino, tipo de percurso, tipo de calçado, alimentação, hidratação e prática concomitante de outras modalidades esportivas entre outros possíveis fatores.

Os corredores iniciantes são os mais propensos a lesões, em alguns casos pelo fato de não terem certa experiência
na modalidade. Em corredores de longa distância recreativos elas estão relacionadas à frequência semanal de corrida e aumento de volume tardio, já em competidores de longa distância a maior incidência de lesões são os corredores de seis ou mais vezes semanalmente diminuindo seu período de descanso e recuperação pós treino.

EMAGRECE?

Após o exercícios, os processos metabólicos demoram para retornar aos níveis
iniciais, sendo o Consumo Excessivo de Oxigênio Pós-Exercício ou em sua sigla em inglês
“EPOC” (Excess Postexercise Oxygen Consumption) um exemplo desta situação (GENTIL,
2014). Este EPOC é o aumento da utilização do oxigênio para reestabelecer as reservas
energéticas utilizadas durante a atividade e restaurar os processos metabólicos basais, sendo
que uma grande variância do EPOC pode ser explicada pela intensidade do exercício
(LAFORGIA; WITHERS; GORE, 2006).

Gentil (2014) aborda sobre mudanças quantitativas no metabolismo pós-exercício, no
qual diz que diversos especialistas atribuem ao EPOC um importante fator para o
emagrecimento, porém, essas mudanças aparentam ter pouca relevância para a perda de
gordura em curto prazo.

Um maior EPOC durante sua recuperação ao longo do dia, elevando os níveis de oxigênio para o reestabelecimento dos processos metabólicos e auxiliando no processo de emagrecimento a longo prazo. Um destes processos metabólicos é
o QR, que apresenta níveis altos durante a realização de um HIIT reduzindo os estoques de glicogênio muscular e, ao fim de uma sessão, tem queda dos níveis abaixo dos basais. Um QRbaixo indica maior oxidação de gorduras e estudos indicam que a ressíntese do glicogênio muscular depletado pela alta intensidade parece ser de alta prioridade metabólica, havendo a
utilização das reservas de gordura como fonte energética principal.

Ou seja de uma forma de outra o exercício de alta intensidade irá contribuir para os seus objetivos seja ele para performance, emagrecimento, melhoria dos fatores hemodinâmicos e metabólicos, o que falta é a adequação dos métodos e protocolos de forma individualizada buscando uma otimização do que os programas de treinamento intervalados tem a lhe oferecer.

Por Carlos Felipe Albuquerque
CHOKITO
Cref. 06314-G/Ba

Comments

  • Beto lopes
    reply

    bacana Coach !
    Artigo de fácil compreensão e bem instrutivo !

    25 de setembro de 2019
    • Chokito
      reply

      obrigado professor, o seu feedback e grande importância para a manutenção desse espaço do conhecimento. vamos seguindo acompanhe os proximos post.

      16 de outubro de 2019
  • Melchisedeck
    reply

    Muito boa a abordagem , senti falta de alguns modelos para aplicação do metido .

    25 de setembro de 2019
    • Chokito
      reply

      Fala professor, sempre importante esse feedback. esse espaço e feito justamente para ampliarmos as discussões a cerca das temáticas atuais. estou realizando um curso domingo que terá a abordagem de métodos e protocolos de treinamento.

      16 de outubro de 2019
  • Agregou muito , mas gostaria de me aprofundar mais , em relação aos protocolos, quais tipos são adequados para cada objetivo ok.

    25 de setembro de 2019
    • Chokito
      reply

      Obrigado querido professor, o objetivo e dialogarmos da melhor farma paa ampliação do conhecimento e pratica do dia a dia.

      16 de outubro de 2019

Post a Comment