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EFEITO EPOC MITO OU VERDADE

EFEITO EPOC MITO OU VERDADE

PAPO DE TREINADOR

crescente prevalência de obesidade e sobrepeso ressalta a necessidade de intervenções para reverter esse quadro que aumenta a cada ano. Com isso, o exercício físico pode contribuir com um efeito duplo, por meio de mudanças fisiológicas agudas e crônicas.

Em virtude da globalização e situação sócia econômica as pessoas passaram a se alimentar de forma inadequada, passamos a consumir alimentos mais calóricos justificando a saciedade do tempo que leva sem se alimentar além da satisfação para diminuir o stress diário associado a inatividade física que vem acompanhada de todos esses fatores.

O treinamento intervalado de alta intensidade ou HIIT é um modelo de treinamento de curta duração no qual são aplicados variados estímulos de alta intensidade, intercalados por recuperações em baixa intensidade ou parado.

Atualmente, o HIIT vem sendo utilizado para diversos fins no universo das atividades físicas, inclusive na redução da gordura corporal. Diversos estudos encontraram resultados positivos em relação ao emagrecimento com a aplicação do treino de curta duração, apontando uma boa relação tempo-eficiência.

O TAL DO EPOC

Destacando o HIIT como grande recurso para promover um Consumo Excessivo de Oxigênio Pós Exercício (EPOC) durante a recuperação ao longo do dia, elevando os níveis de oxigênio para o restabelecimento dos processos metabólicos.

Adicionalmente, após uma sessão de HIIT, o Quociente Respiratório (QR) apresenta valores abaixo dos basais, indicando maior oxidação de gordura. O VO2máx sofre mudanças positivas com este método de treino, melhorando a captação e utilização do oxigênio, justificando a utilização da via oxidativa ou seja a metabolização dos ácidos graxos através da via aeróbia mesmo em um treino com característica anaeróbia como HIT (não utiliza oxigênio para produzir ATP e nem a gordura como fonte de energia).

Embora o tal do efeito EPOC, hoje seja a principal justificativa e comprovação para que os treinos de alta intensidade levariam o emagrecimento esse efeito depende de algumas variáveis na qual são significativas ao processo,as disparidades nos resultados relacionados ao EPOC podem refletir diferenças em muitos fatores, como a massa muscular envolvida no exercício, intensidade e duração, estado do treinamento, ingestão de alimento (efeito térmico da refeição), qualidade do
sono da noite anterior, condições ambientais; familiaridade do sujeito com o protocolo, variações na temperatura e nas concentrações de catecolaminas, custo metabólico da remoção do lactato (ciclo de cori), utilização do substrato e fase do ciclo menstrual, no caso das mulheres, ansiedade pré-exercício, ritmo circadiano.

Durante o componente prolongado, processos para o retorno da homeostase (equilíbrio) fisiológico ocorrem continuamente, porém em níveis mais baixo. Esses processos podem incluir o ciclo de Krebs com maior utilização de ácidos graxos livres, efeitos de vários hormônios, como o cortisol, insulina, ACTH, hormônios da tireóide e GH, ressíntese de hemoglobina e mioglobina, aumento da atividade simpática, aumento da respiração mitocondrial pelo aumento da concentração de norepinefrina, ressíntese de glicogênio, aumento da temperatura corporal.

A literatura aponta que a periodização de um treinamento que possa maximizar tanto o EPOC quanto a TMR podem ser importantes fatores para o emagrecimento e, embora, o custo energético dessas variáveis em uma sessão de exercício se mostre pequeno, associados a outros protocolos de treinamento que levam a respostas metabólicas de gastos energéticos mais significativos pode se tornar uma grande estratégia á longo prazo para obter respostas ao emagrecimento e controle a obesidade e sobrepeso.

Por. Carlos Felipe Albuquerque

CHOKITO

Cref.06314/G/bA

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